quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Educação Inclusiva - Conscientização para todos

Olá!

Este semestre estou aprendendo a disciplina Educação Inclusiva, sobre a história desde a antiguidade até o presente momento, atividades e claro a conscientização, respeito, coisas que a nossa cultura deveria incluir no dia-a-dia desde nós pequenos.

Mas enfiam, resolvi prosear sobre esse assunto pois acho muito interessante, e algo que aprendo todo dia, antes de julgar, de falar por que não, nos colocar no lugar do próximo. É difícil? Talvez seja, mas por que não tentar. Acredito que todos querem mudar o mundo, a sociedade, a politica. Mas devemos começar por nós mesmos, mudar o jeito de pensar, de agir, amar mais o próximo. Ajudar! a
Sabemos que esse assunto tem muitos caminhos, há aqueles que não querem ajuda, há aqueles que não mostram suas fraquezas pois já houve frustrações em seu caminho, e hoje prefere agir em silêncio.

A atividade do curso me fez pensar, pesquisar..
Segue abaixo a questão e  minha resposta!
Se for notificado ao nascer o seu filho que ele é portador de necessidades especiais qual será o seu projeto de vida a partir desta realidade. (A partir da deficiência que hipoteticamente escolherá, descreva o que mudaria na sua vida e quais seriam as suas expectativas na vida familiar, escolar e social do seu filho).
De Imediato o amor entre a família, e meu amor de mãe já iria prevalecer. Em segundo iria buscar informações me preparar  para que no meio familiar, ele seja tratado como um bebê e criança normalmente. O ajudaria na sua necessidade e buscaria adaptações para que se desenvolva, para que tenha qualidade de vida tanto no meio familiar, social e na escola. Estar informada sobre sua necessidade . E claro saber a maneira correta de estar ajudando e fazendo com que se sinta querido e amado.  O que com certeza iria mudar na minha vida, seria o fato de estar buscando o melhor para o meu filho além do mais quando se trata de uma criança com necessidades especiais, pois sabemos que precisam de mais atenção de mais estímulos, e claro conscientizar e buscar ensino e educação com professores preparados para lidar com uma criança especial, sem tratar com diferenças, tendo paciência sendo amoroso. Pois atualmente o que falta na preparação dos educadores são esses requisitos.
A realidade é que nossa cultura, trata a necessidade especial como um bicho de sete cabeças, olham as crianças como se fossem coitadas. As vezes demoram para dizer a mãe que o filho tem alguma necessidade por conta de rejeição que ocorre as vezes ainda no hospital. Mas conscientizando e mostrando que são pessoas e seres humanos como qualquer outro, tudo vai mudando.  São tão capazes, espertos e inteligentes como qualquer criança em desenvolvimento.
     Para Completar o raciocínio da atividade:
Quando nos deparamos com a dor de uma limitação em nossos filhos ficamos de fato com uma imensa insegurança e nasce uma dor indizível.
Um filho é sempre a nossa extensão mais nobre e mais sensível do nosso ser.
Esta dor na sua grande maioria impulsiona as potências adormecidas da leoa que toda mulher tem em seu interior.
Segundo as pesquisas os homens tem uma grande dificuldade de lidar com limitações na sua prole e a grande maioria vai embora.
Temos alguns pais-guerreiros que quando abraçam a causa se transformam em anjos protetores dos seus e dos outros filhos sem pai.
Acho que como mãe o que queremos e ver nosso filho feliz, sorridente. Independente de suas limitações, outro texto que nos faz refletir sobre esse assunto: 
Como Deus escolhe a mãe de uma criança deficiente
DEUS ESCOLHE...
A maior parte das mães de hoje em dia tornam-se mães por acidentes, outras por escolhas próprias, outras por pressão social, outras por hábito. Esse ano quase 100 mil mulheres se tornarão mães de crianças deficientes. Você alguma vez já pensou como as mães dos deficientes são escolhidas? Eu já. Uma vez visualizei Deus pairando sobre a Terra selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho e compassivamente. Enquanto Ele observava, Ele instruía seus anjos a tomarem nota em um grande livro. Para Beth, um menino, anjo da guarda Matheus. Para Marjorie, uma menina, anjo da guarda Cecília. Para Carrie, gêmeos, anjo da guarda, mande o Gerard ele está acostumado com a profanidade. Finalmente ele passa um nome para um anjo sorri e diz: Dê a ela uma criança deficiente. O anjo cheio de curiosidade pergunta: - Por que a ela senhor? Ela é tão alegre... - Exatamente por isso. Como eu poderia dar uma criança deficiente para uma mãe que não soubesse o valor de um sorriso? Seria cruel. - Mas será que ela terá paciência? - Eu não quero que ela tenha muita paciência porque aí ela com certeza se afogará no mar da auto-piedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passar, ela saberá como se conduzir. - Senhor, eu estava observando hoje. Ela tem aquele forte sentimento de independência. Ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não vai ser fácil. E além do mais Senhor, eu acho que ela nem acredita na sua existência. Deus sorri. - Não tem importância. Eu posso dar um jeito nisso. Ela é perfeita. Ela possui o egoísmo no ponto certo. O anjo engasgou. - Egoísmo? E isso ainda é por acaso uma virtude? - Deus acenou um sim e acrescentou: - Se ela não conseguir se separar da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Sim, essa é uma das mulheres que eu abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas ela será também muito invejada. Sabe, ela nunca irá admitir uma palavra não dita; ela nunca irá considerar um passo adiante, uma coisa comum. Quando ela descrever uma árvore ou um pôr do sol para seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu a permitirei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e a ajudarei a superar a tudo. Ela nunca estará sozinha. Eu estarei ao seu lado cada minuto de sua vida, porque ela está trabalhando junto comigo.

Lindo não é?!! Tudo nessa vida é permissão e preparação de Deus, Deus conhece o tamanho do nosso amor. Sabe o cuidado que temos com nossos lindos anjos.
Acredito assim não devemos ver uma necessidade especial como imperfeição, como carma nada disso. E sim como uma grande lição de vida, se Deus preparar de ter um filho com alguma necessidade, sei que Deus confia na minha capacidade como mãe, e ele sabe que iremos ajudar, batalhar pelo seu melhor. Assim como já fazemos hoje em dia com nossos filhos.

Esse assunto pega um ponto mais particular. Mas devemos pensar no geral. Quebrar aquela barreira de preconceitos, de impossibilidades, parar de ver tudo como um fardo, como um problema.

Espero que gostem dessa prosa e assim como acontece comigo, faça vocês pensarem a respeito com amor e com carinho.
Vamos transformar nossas atitudes, evoluir nosso pensamento. Aprender e desfrutar das maravilhas de Deus em nossa vida! Saber incluir com afeto as diferenças, por que todos a temos.



Renata de Oliveira ;)